Asma é uma doença heterogénea normalmente caracterizada pela inflamação crónica das vias aéreas. É definida pela história de sintomas respiratórios, tais como: pieira, falta de ar, aperto torácico e tosse, que variam no tempo e em intensidade, junto com uma limitação variável do fluxo de ar expiratório.1
Numa pessoa com Asma, a exposição a determinados fatores, como por exemplo gases tóxicos, desencadeia a inflamação e contração dos brônquios, sendo a contração/espasmo brônquico uma reação do próprio organismo para se proteger.1 Assim, perante múltiplos estímulos há uma resposta brônquica exagerada, também designada de hiperreactividade brônquica.2
Os fatores desencadeantes mais comuns são os alergénios, o exercício físico, a exposição a substâncias irritantes; variações meteorológicas e infeções respiratórias virais.1,2
Em termos de gravidade, a Asma pode variar de doença ligeira, com períodos em que os sintomas são poucos ou inexistentes, a níveis de gravidade onde os sintomas aparecem com mais frequência e com maior severidade.1